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Arte conceitual Elfos

Arte conceitual de elfos para Dragon Age II

Elfos, uma raça humanóide, são tipicamente menores que humanos (embora tenha sido ligeiramente mitigado desde Dragon Age: Origins) e possuem corpos mais esbeltos e ágeis, olhos grandes e orelhas pontudas. Há muito tempo, os elfos eram a raça dominante em Thedas, e sua civilização avançada era baseada na natureza, no Imaterial e magia. Após a queda de sua grande cidade Arlathan e o império de Elvhenan, saqueados pelo Império de Tevinter e seguidos por gerações de escravidão, os elfos perderam a maior parte de sua herança cultural e identidade. Ele tentaram reconstruir sua sociedade nos Vales, mas depois de três séculos, os Vales caíram para uma das Marchas Exaltadas da Chantria, que ficou conhecida como a Marcha Exaltada dos Vales.

Desde então, os elfos se separaram em dois grupos distintos: os Dalishianos (ou dos Vales), que escolheram por levar vidas nômades e se esforçam para manter a cultura élfica viva ao invés de se submeter; e os elfos da cidade, que vivem juntamente dos humanos, normalmente à margem da sociedade, e que adotaram muitos dos costumes humanos. Muitos elfos são mantidos como escravos em Tevinter, e muitos outros se juntaram aos Qunari na esperança de conseguirem uma vida melhor. No geral, os elfos são pessoas associadas à pobreza, crime e barbárie, e são frequentemente utilizados como bodes expiatórios para as dificuldades da humanidade. Na Antiga Tevinter, elfos eram chamados de “rattus”[1]. Humanos modernos utilizam insultos raciais como “orelhas-de-faca”, “orelhudos”[2], ou, menos cruelmente, “coelhos”[3]. Embora a maior parte da língua élfica ter sido perdida, eles referenciavam a si mesmos como “elvhen”, que significa “as Pessoas”.

Em Dragon Age: Origins, elfo é uma das raças disponíveis, e pode ser jogada nas três classes: guerreiro, ladino e mago; um(a) Guardião(ã) elfo pode escolher ser um elfo Dalishiano, um elfo da cidade ou mago. Benefícios da raça: +2 Willpower (força de vontade), +2 Magic (magia).

Em Dragon Age: Inquisition, elfos podem assumir o papel de um Inquisidor(a) Dalishiano(a). Benefícios da raça: +25% Defesa à Distância a qualquer tipo de ataque à distância, incluindo projéteis mágicos[4].

História[]

Um dia, meu povo andou por essas terras como deuses. Nós trabalhávamos com magia que te cegaria com sua beleza. Agora, nos espreitamos nas profundezas das florestas e nos preparamos para a próxima vez que vocês, shemlen, fizerem algo que pertube o equilíbrio deste mundo.

Felassan[5]

História antiga[]

Splr dait
"Eu suspeito que tenha perguntas" - Solas
Este tópico contém spoilers de Trespasser. Clique aqui para mostra-los.

Elfos antigos, elvhen, já foram uma raça de belos seres imortais e etéreos que viviam em harmonia com a natureza[6]. Eles existiam em um mundo sem o Véu[7] e chamavam o Imaterial de “céu”[8]. Eles tentaram tanto explorar o Imaterial[9], quanto construir cidades na Terra[10], o que desencadeou uma guerra com os Titãs. Elvhen saíram vitoriosos e começaram a minar os corpos dos titãs atrás de seu sangue, o lírio[11].

Eventualmente, os líderes dos elvhen reivindicaram divindade e foram reconhecidos como deuses, os Evanuris[7]. Eles utilizavam orbes, ou focos, aproveitar melhor os poderes mágicos[12]. Magias poderosas permitiram que os Evanuris escravizassem dezenas de milhares de sua raça[13] que eram marcados com o símbolo dos deuses, o vallaslin. Os Evanuris eram arrogantes, inconsistentes e guerreavam entre si mesmos[14]. Mythal era a voz da razão, a única que se importava com seu povo[7].

DAI Crossroads

As Encruzilhadas: uma maravilha dos elfos antigos

No ápice de sua civilização, os elvhen criaram bolsões dentro do Imaterial com suas próprias regras de realidade[15], como as “Encruzilhadas” e o repositório mágico de Vir Dirthara, e utilizavam espelhos mágicos, eluvians, para viajarem rapidamente.

Milhares de anos se passaram até os Evanuris, em sua ganância, descobrissem algo terrível nas profundezas do subsolo. Com medo, os elfos selaram os túneis com pedras e magia e juraram esquecer aquele local[11].  A percepção de que os falsos deuses destruiriam tudo desencadeou uma rebelião, que fora liderada por Solas, também conhecido como Fen’Harel[7][11].

Como um golpe final, os Evanuris conspiraram contra Mythal, que foi contra a tirania dos demais, e foi morta. Impossibilitado de mata-los convencionalmente, Solas criou o Véu para bani-los para sempre. O resultado foi catastrófico. O Véu bloqueou a conexão consciente da maioria das pessoas com o Imaterial e provocou a perda da imortalidade dos elfos. Suas construções intrinsecamente conectadas ao Imaterial colapsaram nelas mesmas[7], destruindo eras de conhecimento e matando centenas de elfos.

Agora presos em Thedas, os elfos lamentavam seu passado enquanto as novas gerações pouco à pouco perdiam a compreensão dele[16].

Antes da queda[]

Area-ArlathanForest

Floresta Arlathan

De acordo com o calendário élfico, o primeiro contato deles com os anões foi em -4600 da Era Antiga[17]. O Shaperate dos anões também fala de um mundo completamente desprovido de humanos, onde os elfos reinavam sob a superfície e os anões no subsolo[18].

O calendário élfico afirma que os humanos chegaram em Thedas por volta de -3100 da Era Antiga[19]. Por um tempo, humanos e elfos interagiram e negociaram pacificamente[20].  Em -1195 da Era Antiga, os reinos humanos ao norte se uniriam e formaram o Império de Tevinter[21]. Eles descobriram a cidade élfica de Arlathan na floresta próxima a eles. Dessa vez, humanos e elfos se encontraram com hostilidade[22]. De acordo com as lendas, os elfos começaram a acreditar que sua exposição aos “shemlen” (ou “crianças rápidas”, como também chamavam os humanos[23]) os faria envelhecer e morrer[24].

Em retaliação, em -981 da Era Antiga, legiões imperiais cercaram Arlathan. Seus anos depois, magistrados de Tevinter recorreram à magia de sangue para destruir Arlathan. Eles capturaram e escravizaram a maior parte dos elfos fugitivos durante a noite e destruíram a cultura élfica[22][23]. O pouco que restou foi banido pelo Império, inclusive o calendário élfico[6]. Porém, à luz da história élfica anterior, não era mais do que "carniça se banqueteando com um cadáver"[25].

As lendas élficas culpam Fen’Harel pela derrota, que aprisionou os deuses, e assim, os impediu de salvar seu povo[26].

Os Vales[]

Shartan DAO

O herói élfico, Shartan

Area-The Dales

Mapa dos Vales

Após gerações de escravidão, os escravos elfos, sob a liderança da Shartan, estavam entre os apoiadores mais fervorosos da revolta da profeta Andraste contra o Império de Tevinter. Shartan e os elfos lutaram ao lado de Andraste em sua missão de depor os magistrados tevinterianos em -170 da Era Antiga. Eles foram recompensados por sua lealdade com a concessão de terras nos Vales por Maferath, o marido de Andraste, em -165 da Era Antiga. Eles chamaram sua jornada até sua nova terra natal de A Longa Caminhada. Muitos pereceram no trajeto, alguns até retornaram para Tevinter, mas muitos continuaram a caminhada[27].

Nos Vales, os elfos criaram uma segunda terra élfica e começaram a restaurar o conhecimento e a cultura perdida de Elvehnan, incluído a adoração de seus deuses élficos. Eles construíram sua primeira cidade, Halamshiral (“fim da jornada”, na língua élfica[27]), e se isolaram dos humanos. Suas fronteiras eram guardadas por uma ordem chamada Cavaleiros de Esmeralda[28] Por alguns anos, humanos leais a memória de Andraste respeitaram os elfos aliados. Porém com o passar das gerações, quando o Imperador Drakon lançou campanhas militares para espalhar a adoração ao Criador e estabeleceu o Império Orlesiano e a Chantria[29], as relações diplomáticas entre os Vales e os humanos enfraqueceram. Os elfos, que se recusaram a se converter, se isolaram cada vez mais conforme a Chantria mandava missionários e templários para suas terras. As relações deterioraram ainda mais quando os Dalishianos se recusaram a fornecer ajuda durante a Segunda Podridão. Quando forças élficas as atacaram a cidade humana Passagem Vermelha (Red Crossing) em 2:9 Gloriosa, conflitos fronteiriços entre Orlais e os Vales se tornaram uma verdadeira guerra. Como os elfos capturaram Montsimmard e marcharam para Val Royeaux, a Divina Renata I convocou uma Marcha Exaltada contra os elfos. Em 2:20 Gloriosa, a captura de Halamshiral e a morte de Lindiranae, uma das últimas dos Cavaleiros de Esmeralda, marcaram o fim da Marcha Exaltada e do reino élfico.

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"Não importa o que éramos antes, agora somos a Inquisição" - O Inquisidor
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Escritos de Din’an Hanin, a tumba dos Cavaleiros de Esmeralda, mostram que ambos os lados foram responsáveis pela escalda das hostilidades entre Orlais e os Vales.

História Recente[]

Quando os Vales caíram, os elfos foram forçados a abandonarem sua segunda pátria e não tiveram outra desde então, e sua cultura foi ainda mais arrancada deles. Muitos elfos aceitaram os termos de seus agressores humanos, indo viver em alienagens dentro de cidades humanas adorando ao Criador. Aqueles que resistiram se tornaram os nômades Dalishianos, mantendo a adoração aos deuses élficos e os esforços para recuperar a cultura perdida de Elvehnan[30].

Depois da Marcha Exaltada contra os Vales, todas as artes da Chantria referenciando elfos foram destruídas, com exceção de um mural de Shartan, que teve as orelhas cortadas, e uma cópia fiel é mantida na Universidade de Orlais[31]. Alguns estudiosos orlesianos modernos foram convidados a escrever dissertações (em parte para enfraquecer a Imperatriz Celene) sobre como elfos são pouco mais que presas, baseado em suas “orelhas de coelho” e inteligência bestial, e que estabelecer um relacionamento com algum é um insulto ao Criador semelhante a se deitar com um animal[32].

Nos séculos seguintes à queda dos Vales, alguns elfos conseguiram superar suas circunstâncias, sendo os mais notáveis o Guardião Cinzento Garahel que matou o Arquidemônio Andoral pondo um fim à Quarta Podridão, bem como Briala, que potencialmente pode se tornar a primeira Marquesa Élfa.

Entretanto, ainda há muito progresso a ser feito. Mesmo na moderna Ferelden, por exemplo, elfos da cidade não podem ter armas[33]. Em Orlais, podem carregar apenas lâminas do tamanho de um palmo[34]. Purgações em alienagens ainda ocorrem regularmente[35]. Muitos elfos ainda são escravizados em Tevinter, frequentemente são sequestrados, e alguns até mesmo se voluntariam para serem enviados à Tevinter e vendidos escravos. Elfos de Ferelden já foram considerados bens queriam comprados e vendidos como propriedades durante a ocupação Orlesiana[36]. Como resultado, muitos elfos que vivem em terras ocupadas pelos Qunari escolheram abraçar ao Qun na esperança de conseguir uma vida melhor, com muitos sendo recrutados para se tornarem espiões Ben-Hassrath.

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"Eu suspeito que tenha perguntas" - Solas
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Após os eventos do Conselho Exaltado em 9:42 Dragão, elfos começaram a deixar a Inquisição, seus postos como servos, e até mesmo clãs Dalishianos por toda Thedas, aparentemente para se juntar ao deus rebelde Fen’Harel[37].

Cultura[]

Elven art 1

Arte élfica

Elven art 2

Arte élfica

Elfos da Alienagem[]

“Nós somos um povo livre, mas nem sempre foi assim. Andraste, a profeta do Criador, nos libertou das correntes da escravidão. Conforme nossa comunidade cresce, lembrem-se que nossa força vem do nosso comprometimento com as tradições e uns com os outros.”

Valendrian, Hahren da Alienagem de Denerim[38]

Alienagens são comunidades fechadas de elfos morando em cidades humanas, muitas vezes muradas e encontradas nas partes mais pobres e cheias de crimes da cidade, enquanto elfos em aldeias sem alienagens constroem suas casas em galpões e celeiros. Seus habitantes são tipicamente pobres e sobrevivem de serviços domésticos e sem remuneração ou até mesmo mendigando. Em casos mais desesperadores, alguns deixam a Alienagem e entram na vida do crime ou se vendem à escravidão para apoiar suas famílias. Eles podem se juntar à Chantria, se tornar templários por exemplo, porém é algo muito raro por conta de preconceitos raciais[39]

Embora o tratamento varie de reino para reino, elfos da cidade são universalmente cidadãos de segunda classe. Elfos são, pela lei ou preconceito, incapazes de entrar na maioria das organizações ou ter empregos decentes, e muitas vezes a própria lei faz vista grossa para os abusos que sofrem. A escravidão ainda é legalizada em Tevinter e há demanda lucrativa por escravos elfos entre os servos de nobres. Eles costumam ser vistos como seres bonitos pelos humanos apesar de seu baixo status. Em Ferelden, por exemplo, a posição social dos elfos como “Baixos Cidadãos Livres” é comparável à de prostitutas e criminosos, embora vivam da forma que podem[40].

Tendo sido discriminados pelos humanos por tanto tempo, a maioria dos elfos da cidade tenta manter sua herança remanescente. Artefatos de Arlathan como a vhenadahl (literalmente, “A árvore do Povo”) e um orgulho profundo e duradouro em suas comunidades unidas, reforçam os elfos da cidade que tentam sobreviver em um mundo hostil. Dessa forma, elfos que deixam a alienagem e tentam adentrar a sociedade humana são fortemente desprezados como “orelhas chatas”. Famílias que tentam deixar as alienagens e viver entre os humanos, muito frequentemente são obrigadas a retornar devido a violência contra eles[41].

Casamento é muito importante para os elfos da cidade; é o ritual da fase adulta nas comunidades élficas e costumam ser pré-arranjados para a manutenção dos genes. A pior coisa que um elfo pode fazer é se casar ou procriar com outra raça, já que apenas humanos nascem de uma entre humano e elfo; o que é desfavorável para comunidades tao limitadas que dependem umas das outras e de tradições para sua sobrevivência no dia-a-dia.

Além disso, o fruto mais próximo que este relacionamento às vezes pode gerar são as chamadas crianças de sangue élfico, embora essas crianças pareçam (e tecnicamente sejam) completamente humanas.

A maioria dos elfos da cidade adotaram a fé em Andraste e no Criador, embora alguns continuam a rezar secretamente para os deuses élficos devido a proibição do Panteão élfico na sociedade andrastiana[42].

Alienage heraldica DA2

Heráldica da Alienagem de Kirkwall

Alienagens conhecidas[]

  • Alienagem de Amaranthine[43]
  • Alienagem de Ansburg[44]
  • Alienagem de Denerim – lar de um Guardião(ã) elfo(a) da cidade
  • Alienagem de Edgehall – diferente da maioria das alienagens, esta é localizada fora das propriedades da cidade[45]
  • Alienagem de Ghislain[46]
  • Alienagem de Gwaren[47]
  • Alienagem de Highever – lar do elfo da cidade prometido(a) para o Guaridão(ã) elfo da cidade (Nelaros ou Nesiara)
  • Alienagem de Kirkwall – lar de Merrill
  • Alienagem de Montfort[48] [49]
  • Alienagem de Redcliffe[50]
  • Alienagem de Val Royeaux – local de nascimento de Fiona; uma alienagem apertada e superlotada (10 mil elfos) e com muros tão altos que a luz não chega à vhenadahl até o meio dia[41]
  • Alienagem de Verchiel[51]
  • Alienagem de Wycome

Elfos Dalishianos[]

Elfos Dalishianos buscam recuperar, herdar e preservar o conhecimento e os tesouros sagrados dos dois reinos caídos. Eles levam vida nômades como meio de sobrevivência, vagando por toda Thedas. Devido as numerosas ameaças que eles enfrentam de humanos andrastianos, os Dalishianos são conhecidos por serem apreensivos e cautelosos com forasteiros. Seus clãs remontam aos clãs dominantes dos Vales e os próprios Dalishianos são seus descendentes.

Clãs Dalishianos conhecidos[]

  • Alerion – o clã em que Merrill nasceu
  • Boranehn – um clã que negociou com a Alienagem de Edgehall;[52] o clã que o tio de Vaea, Coran, se juntou
  • Ghilain – clã descendente do Inquisidor Ameridan[53]
  • Lavellan – o clã do(a) Inquisidor(a) elfo(a)
  • Morlyn – o clã de Strife da Floresta Arlathan[54]
  • Clã Oranavra – localizado na costa do Mar Nocen[55]
  • Clã Ralaferin – cuja Cuidadora em 9:41 é Elindra (antigamente Gisharel); cuja Primeira é Neria[56]
  • Sabrae – clã do Guardião(ã) Dalishiano e o clã para o qual Merrill foi transferida
  • Tillahnnen – já foi liderado pelo Cuidador Ellathin[57]
  • Virnehn – o clã de Thelhen e Mihris

Clãs Dalishianos sem nome[]

  • O clã sem nome de Ariane
  • O clã sem nome de Fanora – conhecido por mandar Hall embora quando ele cresceu[58]
  • O clã sem nome de Hawen – localizado no Acampamento Dalishiano nas Planícies Exaltadas
  • O clã sem nome de Iloren – localizado em Anderfels durante a Segunda Podridão[59]
  • O clã sem nome de Minaeve – conhecido por mandar ela embora por haver muitos magos no clã
  • O clã sem nome de Sendis – o Herói das Lendas encontra o clã em Dragon Age Journeys
  • Os clãs de nascimento e o adotivo de Shirallas
  • O clã sem nome de Velanna – localizado na Floresta Wending
  • O clã sem nome de Yevven – massacrado por um dos  Saarebas do Arishok enquanto estava nas Marchas Livres
  • O clã sem nome de Zathrian – localizado no Acampamento Dalishiano na Floresta Brecilian em Dragon Age: Origins
  • O clã sem nome de encontrou os jovens Loghain e Maric nos Ermos Korcari
  • O clã sem nome na costa do Mar Desperto[60]

Interação entre elfos da cidade e Dalishianos[]

City elves larger

A sina de um elfo em Thedas e na cultura da Chantria[61]

Os elfos da cidade e os Dalishianos tem uma estranha e amarga relação, que data a época da separação do Povo e a queda dos Vales. Alguns Dalishianos veêm seus irmãos da cidade com desconfiança e pena como “orelhas chatas”[41], culturalmente elfos humanizados que não diferentes de “seus mestres shemlen”[62]. Para alguns, eles são vistos como pessoas que desistiram e esqueceram sua cultura, e a esperança é de ensinar a esses elfos seu passado quando uma nova pátria for fundada[63]. Nem todos os Dalishianos compartilham desse pensamento, no entanto[64]. Alguns esperam que possam aprender uns com os outros quando conseguirem uma pátria autônoma[65].

Por outro lado, alguns elfos da cidade exergam os Dalishianos quase como mitos: estranhos e selvagens “elfos do mato”[66] que vivem longe dos humanos e rezam para deuses negligentes[67]; e até, de alguma forma, nobres também[68]. Para outros, os Dalishianos são vistos como “selvagens”, elfos primitivos que se recusam à ver a promessa das alienagens, e vivem da terra de forma que um elfo comum da cidade não conseguiria[69]. De fato, os elfos da cidade que optam por sair ou viver além da Alienagem também são rotulados de "orelha chata" por seus parentes da cidade[41], ironicamente similar a como os elfos enxergam elfos andrastianos, e sujeitos à violência ou ressentimento de outros elfos da cidade.

Ainda assim, com toda essa incerteza, os elfos da cidade e Dalishiano continuam a interagir positivamente de vez em quando. Para elfos das Alienagens que buscam deixar suas casas por desespero, pobreza e abusos, os clãs Dalishianos vagantes são vistos como última recurso de refúgio.  Eles normalmente estão dispostos a receber um refugiado das cidades e se abster em grande parte de atacar um elfo da cidade na estrada[70], apesar de sua incerteza, e treiná-los nos custumes de seus Criadores e cultura[71]. Da mesma forma que as Alienagens recebem elfos Dalishianos que romperam com seus clãs voluntária ou involuntariamente[72].

Elfos magos tendem a ser tratados igual aos elfos da cidade pelos Dalishianos[73]. Este é particularmente o caso, pois eles entregaram não só suas vidas, mas também sua magia à Chantria, ao Criador humano e ao Círculo dos Magos, sendo que os Círculos, implicitamente, desempenharam um papel na queda dos Vales[74].

Língua Élfica[]

A língua élfica, ou Élfico, foi grandemente perdida quando Elvhenan entrou em guerra civil e seu povo eventualmente derrotado e escravizado. Quando os elfos firmaram sua segunda pátria, Os Vales, eles tentaram restaurar sua língua e conhecimento, porém os Vales caíram para uma Marcha Exaltada. O Élfico da Era do Dragão é composto de fragmentos remanescentes, algumas poucas palavras jogadas em conversações do que uma língua propriamente dita e utilizada no dia-a-dia. Os Elfos Dalishianos, guardiões autonomeados da língua e conhecimento, utilizam mais o Élfico do que seus irmãos das cidades. Por viverem entre os humanos, os Elfos das Cidades atualmente possuem poucas palavras da antiga língua Élfica, cuja origem é praticamente esquecida, como shem – uma derivação de shemlen, um termo antigo para se referenciar aos humanos que significa “rápidos” ou “crianças rápidas” – e hahren – o líder de uma Alienagem, significa “sênior” em Élfico.

Os Dalishianos retém mais do idioma, sendo capazes de formar frases e sentenças inteiras, mas continua sendo uma linguagem fragmentada e bastante incompleta apesar de seus esforços. Da’len, significa “pequena criança” e é tipicamente utilizado para elfos mais novos que quem fala. Andaran atish’an, uma frase formal utilizada para saudar colegas e companheiros Dalishianos. Serannas é “obrigado(a)” ou “muito obrigado(a)”. Aneth ara é uma maneira informal de cumprimento, normalmente utilizada entre amigos. Dareth shiral é uma forma de se dizer adeus.

Notas[]

Elfo daAlienagem

Elfa da Alienagem - Dragon Age: Origins

  • Os filhos de elfos com quaisquer outra raça não são elfos[75]. Humanos e elfos produzem crianças humanas, elfos e anões produzem crianças anãs. Tais crianças podem ser chamadas de "meio-elfo" ou "mestiço" de forma caluniosa, enquanto que a denominação "de sangue élfico" é legalmente utilizada para distinção. Filhos entre anões e elfos são extremamente raros devido à pouca quantidade de anões da superfície, à baixa fertilidade dos anões, e as práticas reclusas de procriação dos elfos[76].
  • Quando mulheres elfas se tornam Parideiras, elas produzem shrieks e Emissários.
  • Elfos enxergam melhor no escuro que humanos, e seus olhos brilham como olhos de gato no escuro. Isso ocorre por conta da sua estrutura ocular chamada tapetum lucidum[77][78]. Essa habilidade é uma compartilhada com os anões; entretanto, os olhos dos anões nunca foram descritos como brilhantes, por diferente razões[79].
  • Elfos tendem a ter mais suscetibilidade a se converter ao Qun do que outras raças, o que é considerado um perigo no Império de Tevinter. Como espiões dos Qunari, eles podem ir tão longe ao ponto de se venderem novamente à escravidão para que suas movimentações passem despercebidas em terras não-Qunari[80].
  • Conversas entre Fenris e Varric Tethras em Dragon Age II, revelam que elfos não conseguem ter barbas por não terem pelos no rosto.
  • Apesar das hostilidades históricas e das difamações contra os elfos, humanos costumam acha-los bonitos e fisicamente atrativos, como explicado tanto por Zevran Arainai quanto por Leliana em diálogos de Dragon Age: Origins[81]

Trivia[]

Dragon-Age-Inquisition-Elf-Hero-Models

Modelos de elfos em Dragon Age: Inquisition

  • Diferentemente dos elfos de outras histórias e mundos de fantasia, os elfos de Dragon Age não são antagônicos em relação aos anões, embora diálogos entre Zevran e Oghren possuam piadas referenciando  esse tropo de fantasia
  • Os elfos em Dragon Age II, assim como outras raças, foram redesenhados para criar mais diferenças e individualidade entre as raças[82]. Os Dalishianos agora possuem sotaque irlandês e galês, enquanto que os da cidade possuem o sotaque da região que moram. Eles também receberam corpos mais altos e esbeltos, rostos finos com grandes olhos, narizes pequenos e feições pequenas, ao invés de serem apenas “pequenos humanos de orelhas pontudas” em Dragon Age: Origins. Em Dragon Age: Inquisition, essas características foram revertidas até certo ponto, porém os elfos ainda são bem distintos de humanos, principalmente em relação às orelhas, narizes, olhos e estrutura corporal.
  • David Gaider afirmou que os elfos Dalishianos foram inspirados nos Nativos Norte-Americanos[83][84]. Ele também revelou que a inspiração para elfos andrastianos veio dos judeus (ou seja, perderam sua pátria, sendo forçados a viverem em guetos depois que sua terra natal fora conquistada, sendo tratados como cidadãos de segunda classe quase que universalmente devido sua herança, etc)[85].
  • Não se sabe se elfos Dalishianos vivem mais que elfos da cidade, já que David Gaider e Mary Kirby deram informações conflitantes acerca de suas longevidades[86][87].
  • Embora os elfos tenham se afastado bastante do que já foram um dia, eles ainda possuem uma conexão incomum com o Imaterial, o que infelizmente os torna úteis como “objetos” de rituais mágicos[88].
  • Para muitas nações em Thedas, especialmente Orlais e Tevinter, elfos – de sangue comum e por via de regra sem títulos – são geralmente pouco respeitados. Utiliza-los como mensageiros ou emissários pode ser considerado um insulto[89].
  • Elfos da cidade participaram na Rebelião de Ferelden sob o comando de Loghain Mac Tir e a sua unidade dos Elfos da Noite (Night Elves)[90].
  • Elfos escravos estão entre os poucos que se uniram a recém-criada Ordem dos Guardiões Cinzentos durante a Primeira Podridão, que parecia não ter fim. Eles ofereceram conhecimentos antigos na esperança de serem libertados pelos Guardiões após a derrota de Dumat, além de serem considerados iguais na Ordem e terem tido papel fundamental na criação do Ritual da União[91].
  • Apesar de ser aparentemente impossível, elfos antigos existem em áreas remotas de Thedas, prolongando suas vidas através de uthenera[92].

Veja também[]

Entrada de códice

Elvhenan

Entrada de códice

Panteão Élfico

Entrada de códice

Os Vales

Entrada de códice

Elfos Dalishianos

Entrada de códice

Elfos da Cidade

Entrada de códice

Língua Élfica

Galeria[]

Referências[]

  1. Como dito por Corypheus na batalha final com um(a) Inquisidor(a) elfo(a), se o Inquisidor(a) está ciente da natureza do vallaslin. Se não, Corypheus dá seu verdadeiro significado sobre eles aqui.
  2. De acordo com guardas tevinterianos durante a misão Unrest in the Alienage, em Dragon Age: Origins
  3. RACISM AND REACTIONS in Dragon Age: Inquisition
  4. Laidlaw. https://twitter.com/Mike_Laidlaw/status/502150903999102977 . Twitter.
  5. Dragon Age: The Masked Empire, pp.201–202
  6. 6,0 6,1 Dragon Age: Origins: Prima Official Game Guide, Collector's Edition, Traveler’s Guide
  7. 7,0 7,1 7,2 7,3 7,4 De acordo com Solas no final de Invasor
  8. De acordo com o terceiro Arquivista, elfos antigos chamavam o ato de criar o Véu como "segurar o céu".
  9. Entrada de códice: Vir Dirthara: The Deepest Fade
  10. Entrada de Códice: Song to Elgar'nan
  11. 11,0 11,1 11,2 Entrada de códice: Veilfire Runes in the Deep Roads
  12. De acordo com Solas durante Em Vossos Corações Queimará, se o(a) Inquisidor(a) é um elfo(a).
  13. Nota: Ancient Mosaics
  14. De acordo com Solas em uma cena de romance.
  15. Diálogo entre o(a) Inquisidor(a) e Morrigan nas Encruzilhadas em Dragon Age: Inquisition.
  16. Entrada de códice: Untranslatable Elven Writing
  17. Dragon Age: The World of Thedas, vol. 1, p. 23
  18. Dragon Age: The World of Thedas, vol. 1, p. 12
  19. Dragon Age: The World of Thedas, vol. 1, pp. 11,23
  20. Ruínas ancestrais subterrâneas construídas por humanos contém elementos élficos: Ruínas élficas, segundo Tamlen e Merrill durante a Origem: Elfo Dalishiano; Ruínas Brecilianas, de acordo com comentários de companheiros e memórias de um antigo espírito élfico.
  21. Dragon Age: The World of Thedas, vol. 1, p. 18
  22. 22,0 22,1 Dragon Age: The World of Thedas, vol. 2, pp. 37-38
  23. 23,0 23,1 Dragon Age II: The Complete Official Guide, "Elves"
  24. Entrada de códice: Arlathan: Part One
  25. De acordo com Abelas se Dorian Pavus está presente durante "O Que o Orgulho Forjou" (What Pride Had Wrought) - Dragon Age: Inquisition.
  26. Entrada de códice: Arlathan: Parte Dois
  27. 27,0 27,1 Entrada de códice: A Longa Caminhada
  28. Entrada de códice: Os Elfos da Cidade
  29. Entrada de códice: A História da Capela: Capítulo 4
  30. Entrada de códice: Os Vales
  31. Dragon Age: The Masked Empire, pp. 17–18
  32. Dragon Age: The Masked Empire, p. 112
  33. De acordo com Pol.
  34. Dragon Age: The Masked Empire, p. 115
  35. Halamshiral foi purgada em 9:40, e a de Denerim foi purgada pelo menos duas vezes durante a Era do Dragão
  36. Entrada de códice: História de Ferelden: Capítulo 2
  37. Epílogo (Invasor)
  38. Dito como uma benção de casamento durante a Origem: Elfo da Cidade em Dragon Age: Origins.
  39. Mike Laidlaw. https://twitter.com/search?q=templars%20from%3AMike_Laidlaw&src=typd . Twitter.
  40. Dragon Age (tabletop RPG), Blood in Ferelden, p. 14
  41. 41,0 41,1 41,2 41,3 Entrada de códice: Cultura da Alienagem
  42. As missões Flowers for Senna e Shallow Breaths apresentam elfos da cidade que rezam para Falon'Din e Sylaise, respectivamente.
  43. Mencionado em Dragon Age: Warden's Fall; o anão Bartholomew é dono de um bordel e emprega elfos da alienagem
  44. Veja Orsino
  45. Dragon Age: Knight Errant
  46. Dragon Age: The World of Thedas, vol. 2, p. 276
  47. Alienage Culture. BioWare wiki.
  48. Dragon Age: The Masked Empire, pp. 357-358, 375
  49. Dragon Age tabletop RPG, Faces of Thedas, p. 76
  50. Mencionado por Alarith.
  51. Entrada de códice: Eluvians
  52. https://www.darkhorse.com/Comics/3000-040/Dragon-Age-Knight-Errant-2
  53. Assuage Ameridan's Heirs
  54. Short Story: Ruins of Reality
  55. Dragon Age: Tevinter Nights, An Old Crow's Old Tricks
  56. Entrada de códice: The Cradle of Sulevin
  57. The Guide of Falon'Din
  58. Dragon Age: The World of Thedas, vol. 2, p. 269
  59. Entrada de códice: The Tale of Iloren
  60. Investigate the Elven Glyphs#Result
  61. Dragon Age: The World of Thedas, vol. 1, p. 27
  62. De acordo com o diálogo ao conhecer Mithra no Acampamento Dalishiano, quando o Guardião é um elfo da cidade ou um elfo do Círculo - Dragon Age: Origins
  63. De acordo com Gheyna, ae uma conversa com Sarel no Acampamento Dalishiano. Veja também: Entrada de Códice: The City Elves from the Dalish perspective.
  64. Evidenciado por elfos Dalishianos como Merill
  65. De acordo com a conversa com Paivel durante a Origem: Elfo Dalishiano - Dragon Age: Origins
  66. Durante uma conversa com Soris, ele pode mencionar que o pai do Elfo da Cidade, Cyrion Tabris, costumava contar histórias sobre "elfos do mato felizes que vivem longe dos humanos". - Dragon Age: Origins
  67. De acordo com uma conversa com Soris e Taeodor durante a Origem: Elfo da Cidade - DAO
  68. Na cutscene introdutória da missão Night Terrors, em DA2, elfos da Alienagem de Kirkwall Alienage se ajoelham e reverenciam a Cuidadora Marethari.
  69. Alarith, que tem assuntos pessoais com um clã Dalishiano, dirá ao Guardião durante a Origem: Elfo da Cidade que "tudo pelo que vale a pena lutar está na Alienagem"
  70. Alarith foi poupada pelos Dalishianos em seu caminho de volta a Alienagem de Denerim.
  71. Pol é um examplo de elfo da cidade que se tornou Dalishiano.
  72. Arianni e Merrill são examplos de Dalishianas construindo uma vida nas cidades
  73. Um Guardião da Origem: Mago será inicialmente tratado com a mesma desconfiança que um Guardião de Origem: Elfo da Cidade pelo clã de Zathrian em Dragon Age: Origins.
  74. De acordo com Ariane em uma conversa durante Witch Hunt.
  75. Patrick Weekes. https://twitter.com/patrickweekes/status/644182580909092864 . Twitter
  76. David Gaider (2009). "Where are the half-races?" . The BioWare Forum. August 25, 2013.
  77. Dragon Age: The Stolen Throne pp. 71, 149
  78. Dragon Age: The Masked Empire, p. 186
  79. Dragon Age: The World of Thedas, vol. 1, p. 34
  80. Entrada de códice: Qunari of Other Races
  81. Isso também é revelado para um Guardião de origem não Dalishiana na Entrada de códice: Aravels where halla and elves are both praised for their beauty.
  82. A Look At The Qunari, Evolved. Gameinformer
  83. Gaider, David (November 14, 2009). "Thedas nations-real world historical inspirations?" . The BioWare Forum. Retrieved on June 11, 2015.
  84. David Gaider (May 20, 2009). "Dalish elves" (archive). BioWare Forums (offline). Retrieved on May 25, 2012.
  85. David Gaider. "I was wondering if the elves in Dragon Age" . Tumblr.
  86. Entrevista com David Gaider
  87. Mary Kirby (2013). "Which race in Dragon Age lives the longest?" . The BioWare Forum.
  88. Veja Nota: As Garras de Dumat (DA:I). Além disso, Cole e Solas comentam várias vezes sobre a sensibilidade de Sera ao Imaterial e à Brecha.
  89. Dragon Age: Last Flight, p. 81
  90. Dragon Age: The Stolen Throne, p. 150
  91. Dragon Age (tabletop RPG), Game Master's Guide, set 2, p. 3
  92. Veja Abelas e os Elfos Sentinelas do Templo de Mythal.
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