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Para a Chantria sediada na Torre Argêntea em Minrathous, veja Chantria Imperial.

Organização
Chantria Orlesiana

Heraldica Chantry
Tipo:
Religiosa
Quartel General:
Grande Catedral, Orlais
Patentes:
Divina
Grã Clériga
Madre Reverenda
Madre
Alto Chancelor
Sênior
Irmã/Irmão
Irmã/Irmão Leigo
Afiliação:
Localização:
Por toda Thedas
Relacionado à:
Corvos Antivanos
Círculo dos Magos
Ordem dos Templários
Buscadores da Verdade
Inquisição
Aparições:

A Chantria Orlesiana (Chantry) é a organização religiosa dominante em Thedas. É baseada no "Cântico da Luz" uma série de ensinamentos escritos por Andraste, a profeta do Criador, e fundada por Kordillus Drakon I, o primeiro imperador de Orlais. A Chantria é a denominação para o Andrastianismo; seus seguidores são conhecidos como andrastianos.

O objetivo da Chantria é espalhar o Cântico da Luz para todos os cantos e raças do mundo. A visão da Chantria sobre os não não-humanos é de que eles precisam de salvação e que se afastaram ainda mais da graça do Criador do que a humanidade, uma visão que levou grande parte dos humanos a desprezá-los. Não há Qunaris andrastianos conhecidos. Os elfos veneravam, alguns ainda veneram, o Panteão Élfico, e os anões veneram A Pedra. Uma vez que todos os povos aceitarem o Canto e praticar seus ensinamentos, o Criador retornará e restaurará o mundo à sua antiga glória. Como tal, a religião andrastiana em Thedas pode ser descrita como deísta em que o Criador abandonou o mundo, e ele não prestará atenção às orações ou realizará qualquer outra função até que seu favor seja recuperado.

O calendário da Chantria é utilizado em todos os lugares em Thedas, exceto pelo Império de Tevinter, e é a fonte dos nomes das Eras de Thedas.

História[]

Chantry discipulos

Santuário dos discípulos de Andraste e martíres.[1]

A Chantria originou-se como um dos muitos cultos emergentes sobre a lenda do martírio de Andraste[2].Anteriormente conhecido como o Culto do Criador, não possuía uma liderança central[3] e seus seguidores eram oprimidos[4]. Os clérigos precisaram esconder seu conhecimento dos magistrados tevinterianos por meio de cifras e pergaminhos codificados[5]. Em -130 Ancestral, praticantes do culto organizaram os ensinamentos de Andraste em hinos, criando o Cântico da Luz, disseminando-o e tornando-o popular[6].

Houveram vários cultos do Criador até Kordillus Drakon, o primeiro imperador de Orlais, que os uniu pela espada e os formalizou na Chantria em -3 Ancestral[7]. Drakon estabeleceu o Andrastianismo como a religião nacional. A primeira Divina, Justinia I, foi declarada quatro anos depois. Embora sua nomeação tenha causado frustação significativa em Tevinter, que vinha organizando o Andrastianismo por conta própria há mais de um século, inicialmente eles tentaram apaziguar a recém-criada Chantria Orlesiana transferindo a autoridade sobre a fé dos Arcondes para os Grão Clérigos imperiais.

O sucesso militar de Drakon durante a Segunda Podridão expandiu significativamente as fronteiras de Orlais, e pouco depois, as terras conquistadas se converteram à sua fé. Apesar dessas terras terem se libertado posteriormente do governo orlesiano após a morte de Drakon, o Andrastianismo se manteve nesses locais.

O Acordo de Nevarra assinado em 1:20 Divina trouxe a Inquisição e o recém criado Círculo dos Magos sob a autoridade da Chantria. A Inquisição se dividiu em duas novas ordens: os Templários, responsáveis por vigiar os Círculos e caçar magos apóstatas e maleficars; e os Buscadores da Verdade, supervisores dos Templários e agentes especiais da Divina.

Em 1:45 Divina, os ensinamentos de Andraste se popularizaram em Antiva. Os Corvos Antivanos começaram como um braço da Chantria. Nas colinas ao norte de Treviso, uma ordem de monges usava ervas cultivadas nos jardins de sua abadia para se opor ao governo de um duque despótico, da única maneira que os monges podiam[8]

Tensões entre Tevinter e as Chantrias Orlesianas vieram à tona durante a Era das Torres, por causa de discordâncias sobre o significado do mandamento que “magia existe para servir os homens, nunca os governar”. Em Tevinter, onde a magia há muito era uma característica extremamente valorizada e nutrida por meio de reproduções seletivas nas classes altas[9], os clérigos pregavam que a magia deveria servir ao bem maior e não para controlar a mente dos outros, o que eles acreditavam ser melhor realizado ao permitir que magos participassem do governo. Quando a Chantria Orlesiana finalmente tomou conhecimento disso em 3:87 Torres, a Divina Joyous II exigiu que eles se convertessem à versão orlesiana do Canto. Tevinter se recusou, alegando corrupção dentro de Val Royeaux. Divina Joyous II os declarou hereges, levando o Arconte tevinteriano a nomear o Grão Clérigo Valhail, um homem e mago do Círculo, para o posto de Divino Imperial[10][11].

Por ser tão influente sobre o povo, a Chantria é capaz de exercer pressão política considerável às classes governantes em diversas áreas. Em tempos e situações extraordinárias, e em deferência à Andraste, a Divina pode ser movida a declarar uma Marcha Exaltada. Essas cruzadas religiosas mobilizam exércitos de milhões para destruir inimigos hereges do Criador. A primeira Marcha Exaltada após a morte de Andraste foi contra os elfos dos Vales, que levou Divina Renata I a decretar a criação das Alienagens, bem como destruir quaisquer artes e referências aos elfos na Chantria, com exceção de um único mural original de Shartan, que teve suas orelhas cortadas. Uma cópia fiel existe na Universidade de Orlais[12]. As outras cinco foram contra Tevinter, e a mais recente contra os Qunari, com apoio da Chantria Imperial.

Envolvimento[]

Dragon Age: Asunder[]

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"Eu perdi meu tempo limpando. Como uma serva" - Shale
Este tópico contém spoilers do livro Dragon Age: Asunder. Clique aqui para mostra-los.

BioWare canonA trama segue o cânon da BioWare, isso significa que pode não seguir algumas escolhas do jogador nos jogos da franquia.

Em 9:40 Dragão, três anos depois da Rebelião de Kirkwall, a Chantria perde o controle sobre os Círculos de Magos enquanto as Fraternidades de Encantadores votam pela secessão e sobre a Ordem dos Templários e os Buscadores da Verdade, quando Lorde Buscador Lambert declara o Acordo de Nevarra nulo em resposta à interferência da Divina Justinia V com a revolta dos magos no Pináculo Branco. Isso marca o início da Guerra Magos-Templários.

Dragon Age: Inquisition[]

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"Não importa o que éramos antes, agora somos a Inquisição" - O Inquisidor
Este artigo contém spoilers de Dragon Age: Inquisition. Clique aqui para mostra-los.


A Chantria vem sido "o que segura as pontas em Thedas"[13]. Em 9:41, Divina Justinia V organiza conversações de paz entre os representantes dos magos e dos templários no Templo das Cinzas Sagradas. No entanto, Corypheus, se infiltrou no Conclave para utilizar Justinia como sacrifício em um ritual. A interrupção do ritual causa uma explosão que abre uma a Brecha no céu, matando a Divina e a grande maioria dos líderes da Chantria. Com a morte da Divina e a falta de alguém na linha de sucessão, a Chantria sucumbe ao caos[14]. Além disso, Chanceler Roderick usa sua influência para convencer os clérigos remanescentes a denunciar publicamente a Inquisição reformulada, os chamando de hereges por abrigar o(a) único(a) sobrevivente do ataque no Conclave, o(a) Inquisidor(a), que fora rotulado como o(a) Arauto de Andraste.

O(a) Inquisidora viaja a Val Royeaux, seguindo os conselhos da Madre Giselle, para dialogar com os clérigos e motivá-los a duvidar da denúncia que fizeram, pois a força opositora está em sua unidade. A Chantria é ainda mais humilhada quando Lorde Buscador Lucius Corin se recusa a trazer os Templários de volta.

Conforme a Inquisição ganha grande renome, a Chantria busca dentro da organização candidatas ao título de Divina, principalmente Cassandra Pentaghast e Leliana, co-fundadoras da Inquisição e ex-Mãos da Divina (direita e esquerda, respectivamente), embora Vivienne também seja considerada.

Em 9:42 a Divina Victoria é eleita para liderar e Chantria e impõe reformas controversas.

Ensinamentos[]

Estas verdades o Criador revelou a mim:

Como há apenas um mundo,
Uma vida, uma morte,
Há apenas um deus,
E ele é nosso Criador.
São pecadores aqueles que deram amor
Para os falsos deuses.

Magia existe para servir o homem, nunca o dominar.
Sujos e corruptos são aqueles
Que tomaram Teu presente
E voltaram-se contra Teus filhos.
Estes serão chamados de Maleficar, malditos.
Eles não encontrão descanso neste mundo
Ou além.

Todos os homens são obras das Mãos do nosso Criador,
Dos escravos mais baixos
Aos mais altos reis.
Aqueles que trazem dano
Sem provocação ao mais baixo de Teus filhos
São odiados e amaldiçoados pelo Criador.

Aqueles que dão falso testemunho
E trabalham para enganar os outros, saibam:
Há apenas uma verdade.
Todas as coisas são sabidas pelo nosso Criador
E Ele irá julgar suas mentiras.

Tudo neste mundo é finito.
O que um homem ganha, outro perde.
Aqueles que roubam de seus irmãos e irmãs.
Prejudicam seu sustento e sua paz de espírito.
Nosso Criador vê isso com o coração pesado.

— De "Transfigurações 1:1-5[15]

A fé da Chantria é enraizada em quatro princípios fundamentais[16]:

  • Magia é uma influência corruptora no mundo.
  • O pecado do orgulho da humanidade destruiu a Cidade Dourada e criou as crias das trevas, a terrível personificação deste pecado.
  • Andraste era a noiva do Criador, uma profeta e mártir cujo sacrifício final deve ser lembrado e honrado.
  • A humanidade pecou e deve buscar penitência para ganhar o perdão do Criador. Quando todas as pessoas se unirem para louvar o Criador, ele retornará para o mundo e fará dele o paraíso.

Até o retorno do Criador, os fiéis acreditam que o Criador observa; um observador paciente e não um deus ausente. Eles não acreditam que o Criador faz milagres em seu favor, mas que ele derramará uma lágrima pelo sofrimento daqueles que não o merecem. A interpretação da Chantria sobre os ensinamentos de Andraste enfatiza a morte, culpa e a diferença entre as raças e gêneros. Elfos, anões e qunaris são considerados ainda mais afastados do Criador, o que os torna inadequados para o sacerdócio. A Chantria vê as mulheres como o sexo mais puro, enquanto que os homens são todos julgados pela traição de Maferath; dessa forma, a Chantria não lhes permite ascender a qualquer papel espiritual sênior.[17]

Símbolos[]

Um santuário em Suledin Keep representando um sol e uma Andraste estilizada.

Um santuário em Suledin Keep representando um sol e uma Andraste estilizada.

O sol representa o objetivo fundamental da Chantria: se todas as terras, sob o nascer do Sol, erguer suas vozes no Cântico, então os olhos do Criador retornarão para seus Filhos.[18]

O fogo é o símbolo da pureza da Chantria, seguindo o exemplo de Andraste, que se purificou de seus pecados enquanto queimava na fogueira. Cada templo mantém um braseiro aceso com chama eterna em sua memória; o mais famoso é o Braseiro Sagrado da Grande Catedral em Val Royeaux. Os membros da Chantria também podem se queimar ritualmente, passando sua mão sobre a chama ou queimando um papel no qual seus pecados estão escritos. Em casos extremos, os fiéis podem sofrer marcação ou autoimolação.[17]

Hierarquia da Chantria[]

Veja também: Entrada de códice: Hierarquia da Chantria (Chantry hierarchy)

Chantpriest

O sacerdócio atual da Chantria é feito inteiramente de mulheres humanas, assim como dito pela doutrina oficial da Chantria que afirma que elfos e anões se afastaram mais do Criador que a humanidade, e o Cântico sustenta que os homens são mais vulneráveis à raiva e paixão.[19]

À frente da Chantria está a Divina, que lidera de seu trono na Grande Catedral de Val Royeaux. Abaixo dela estão as Mãos Esquerda e Direita da Divina. Essas são suas agentes pessoais que agem como sua voz caso ela não esteja presente.

Segundo Cassandra Pentaghast, a posição de Mão Direita é normalmente destinada à templários como Cavaleiras-Divinas, mas exceções podem ser feitas. A própria Cassandra iniciou sua carreira como uma Buscadora da Verdade e ganhou tal posição por salvar a vida da Divina Beatrix III. Como Cassandra descreve, o papel da Mão Direita é fazer o que mãos são capazes de fazer: dar, tomar, acenar... fazer um punho. Enquanto as ações da Mão Direita são mais públicas, as ações da Mão Esquerda costumam ser clandestinas. As ações da Mão Esquerda envolvem investigações, manipulações politicas e assassinatos. De acordo com Leliana, a Mão Esquerda protege a Divina mantendo olhos e ouvidos atentos à situações de perigo, identificando ameaças e lidando com elas.[20] Em resumo, as Mãos Direita e Esquerda aumentam o alcance da Divina além da Grande Catedral e vão onde a Divina não pode.[21]

Abaixo delas estão os Grã Clérigas que são as maiores autoridades da Chantria em um país ou uma região. Depois que uma Divina morre, as Grã Clérigas são obrigadas a viajar para Val Royeaux para o Grão Consenso, uma reunião onde as lideranças da Chantria diretamente elegem a nova líder da Chantria.

Abaixo das Grã Clérigas estão as Madres, que são responsáveis por administrar o bem-estar espiritual de seu rebanho. Se uma Madre está responsável Chantria local, ela é chamada de Madre Reverenda.

Abaixo das Madres estão os Irmãos e Irmãs, que consistem em três principais grupos: afirmados, iniciados e clérigos. Irmão é maior título que um homem pode atingir. Os iniciados fazem votos e recebem educação acadêmica. Aqueles que desejam se tornar templários também recebem educação marcial. Iniciados são pessoas que simplesmente prometem dedicar sua vida à Chantria, e ao fazê-lo, tornam-se homens e mulheres em treinamento – seja em conhecimentos acadêmicos ou habilidades marciais de guerreiro.

Clérigos são estudiosos da Chantria, e são comumente encontrados em arquivos da Chantria. Esses sábios presidem bibliotecas de livros e conhecimento arcano. O mais velho desses clérigos encarregado de tais arquivos, recebe o título de “sênior”, que está, no entanto, abaixo da Madre.

Irmãos e irmãs são a base da Chantria[22], e os iniciados não atribuídos aos clérigos ou templários agem como um exército invisível que opera para manter a Chantria. Às vezes seus deveres incluem providenciar que refeições sejam entregues, reparos, manutenção de depósitos de lírio[23], e assegurar que os fiéis sejam atendidos.

Alto Chanceler, posição dominada por homens, são irmãos que controlam quem pode ter uma audiência com a Divina, cuidam de suas correspondências, espalha sua palavra por Thedas, e serve como conselheiro em situações mundanas que não podem ser ignoradas.q Apesar da posição relativamente baixa do Alto Chanceler na hierarquia da Chantria comparado aos clérigos, eles gozam de uma influência considerável por estarem inseridos no círculo interno da Divina.[24]

Alguns fiéis se tornam irmão/irmãs leigos(as), são aqueles que vivem e trabalham em uma Chantria local e vivem uma vida de contemplação religiosa, porém não fazem parte do sacerdócio ou de uma iniciação. A Chantria supostamente fornece abrigo e socorro àqueles que o buscam. Irmãos leigos são aqueles que se afirmam, ou seja, afirmam sua crença no Criador, em Andraste e no Cântico da Luz. Eles não fazem votos, no entanto.[25] Comumente irmãos leigos são pessoas que levaram uma vida difícil ou não-religiosa, e optaram por se tornarem reclusos, ou até mesmo órfãos e desafortunados que cresceram dentro da Chantria. Os afirmados tomam conta da Chantria, e por sua vez, recebem uma vida de contemplação silenciosa e sem perguntas.[22]

Papel dos homens na Chantria[]

Homens só são capazes de se tornsrem verdadeiros sacerdotes na Chantria Imperial do Império de Tevinter; no restante de Thedas eles são julgados pela terição de Maferath e são considerados muito impetuosos para liderar em assuntos espirituais. Porém, membros masculinos da Chantria podem e desenvolvem papel vital em seu funcionamento

Embora os homens geralmente sejam considerados meros templários, cantores ou estudiosos, eles também compõem um “exercito invisível” que mantem a Chantria alimentada e em boas condições. Além disso, o papel masculino de Alto Chanceler é aquele que trabalha diretamente ao lado da Divina, e várias formas, é seu administrador e porteiro público. Desta maneira, os acólitos masculinos da Chantria permitem que suas contrapartes femininas guiem as almas de Thedas, enquanto eles cuidam para que pequenos, mas vitais serviços, sejam prestados às suas vidas materiais.[26]

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"Eu suspeito que tenha perguntas" - Solas
Este tópico contém spoilers de Trespasser. Clique aqui para mostra-los.
Se Leliana é eleita Divina Victoria, uma das reformas instituídas por ela é a remoção das restrições que cercam o sacerdócio da Chantria, permitindo que homens e mulheres de todas as raças sejam iniciados e ordenados.

Práticas[]

Clerigas

Clérigas da Chantria recebem peregrinos durante o Encontro de Dez Anos.

Ofertório faz parte do serviço da Chantria.[27]

Os rituais funerários envolvem cremação. Assim como o corpo de Andraste fora queimado, e seu espírito ascendeu para ficar ao lado do Trono do Criador, os espíritos de seus servos também irão. A pratica de cremação também é utilizado para evitar a possibilidade de um corpo se tornar objeto de possessão demoníaca.

As piras de camponeses normalmente são pequenas e cercadas de pedras. Tais cremagens ocorrem dentro do assentamento, apesar do risco de incêndio, e não à distância. Criminosos devem ser queimados em uma pira em massa.[28]

A Chantria hospeda um Encontro de Dez Anos, no qual os peregrinos viajam para a Grande Catedral em Val Royeaux para rezar pela paz.[29]

Certos membros, chamados Cantores, falam apenas em citações do Cântico da Luz. Ostensivamente, isso é para espalhar a palavra do Criador por toda parte.[30]

Irmãs da Chantria se revezam cantando na torre do coro para que o Cântico da Luz seja ouvido a todo momento em todos os cantos do mundo.[31]

Apesar de clérigas, como uma Madres Reverendas, poderem pedir doações para suas Chantrias locais, a Chantria também pode exigir dízimos em propriedades em regiões onde detém influência política.[32]

Como especificado pelo Acordo de Nevarra, a representante da Chantria tem autoridade sobre os templários locais[33], e também podem invocar o Direito de Anulação. Tipicamente, a representante de classificação da Chantria de um país ou região é a Grã-Clériga. Se uma grã-clériga ficar incapacitada, a autoridade sobre os templários será transferida para uma sucessora de fato.

A Chantria controla estritamente o suprimento de lírio em praticamente toda Thedas; Orzammar vende todo lírio processado que não é utilizado por eles para a Chantria. Da Chantria, ele é dispensado para os templários, que o utilizam para rastrear e matar maleficarum, e para o Círculo.[34]

Os fiéis que deram suas vidas para as Marchas Exaltadas, ganham um lugar especial ao lado do Criados como um “Exaltado”[17]. Uma honra ainda maior por serviço, os defensores da fé, às vezes, ganham o titulo de “Ungido”. Os Unigidos são vistos como as mãos do Criador e é um titulo extremamente raro[17]. A seguir, Ungidos notáveis:

  • Kordillus Drakon I – primeiro Imperador de Orlais e fundador da Chantria[35]
  • Hector – um dos fiéis seguidores de Andraste e Lorde da fortaleza de Nevarra, da qual ela fora capturada apóes a traição de Maferath[36]
  • Calenhad Theirin – primeiro Rei de Ferelden[37]
  • Clothilde of Crechy – uma guerreira conhecida por defender inocentes[38]
  • Mhemet – um templário de Rivain, cujo amor por matar elfos o levou a muitas vitórias durante a Marcha Exaltada dos Vales[39]

Estudos[]

Todos os iniciados recebem educação acadêmica, e os mais notáveis deles são os clérigos. Clérigos são os verdadeiros acadêmicos da Chantria, homens e mulheres que sedicaram sua vida à busca de conhecimento.[22]

Os estudiosos mais proeminentes de Thedas vieram das Chantrias, como o Irmão Ferdinand Genitivi e Irmã Petrine. A Chantria encoraja ativamente seus seguidores a lerem outros livros além do Cântico da Luz. As leituras aprovadas pela Chantria incluem “O Compêndio Botânico” (The Botanical Compendium), de Ines Arancia; “Além do Véu: Espíritos e Demônios” (Beyond the Veil: Spirits and Demons), do Encantador Mirdromel; e “Um Estudo dos Draconídeos do Sul” (A Study of the Southern Draconids), de Frederic de Serault.[40]

A Chantria não está acima do revisionismo e da censura da história, no entanto. Depois da Marcha Exaltada dos Vales, o Cântico de Shartan foi removido da versão canônica do Cântico da Luz, e todas as artes da Chantria que referenciavam os elfos foram destruídas, com exceção de um mural de Shartan, cujas orelhas foram cortadas. Muitos livros são banidos da Chantria, especialmente livros sobre magia e outras religiões. Literatura erótica frequentemente é banida também. Abaixo, segue uma lista parcial de livros banidos[41]:

  • O Cântico da Luz Imperial
  • O Qun
  • Quetionando o Cântico, por Magistrado Vibius Agorian
  • Fogo do Véu, Uma Cartilha Para iniciantes Com Vários Ensinamentos, Exercícios e Aplicações, por Magistrado Pendictus
  • Uma Cartilha Alquímica da Metalurgia e a Enciclopédia do Alquimista, por Lorde Cerastes de Marnas Pell
  • A Viúva Rendy
  • Carmenum di Amatus, uma antologia da poesia

A Chantria também recomenda precaução quando se trata de Varric Tethras, a ex-irmã da Chantria Laudine e fontes Élficas.

Chantrias Conhecidas[]

Catedral Denrim

Catedral de Denerim

Concept Art Kirkwall Chantry

Arte Conceitual do interior da Chantria de Kirkwal

Capela Kirkwall

Chantria de Kirkwall

  • Chantria de Lothering (Lothering) – destrída pelos darkspawn durante a Quinta Podridão em 9:30 Dragão.
  • Catedral de Denerim (Distrito do Mercado de Denerim) – pode ser destruído em The Darkspawn Chronicles.
  • Chantria da Nossa Senhora Redentora (Cidade de Amaranthine) – a Chantria pode ser destruída, dependendo das escolhas do jogador durante Awakening.
  • Chantria da Aldeia (Vila de Redcliffe) – a Chantria pode ser abandonada, dependendo das escolhas do jogador durante Origins.
    • Uma Chantria adicional é construída posteriormente no novo distrito oriental da aldeia ao redor em 9:40 Dragão antes dos eventos de Inquisition.
  • Chantria de Refúgio (Vila de Refúgio - Haven) – a Chantria não faz parte da Chantria Andrastiana por ser operada pelos Discípulos de Andraste. Em 9:35, às ordens da Divina Justinia V, a Chantria foi restaurada como parte da Chantria Andrastiana. Após o desastre no Templo das Cinzas Sagradas em 9:40, forças leais à Divina Justinia V usaram a Chantria como base de suas operações, o que levou a criação da Inquisição restaurada.
  • Chantria de Orzammar (Orzammar Commons) – a Chantria pode ser impedida de se formar, dependendo das escolhas do jogador durante Origins.
    • Alternativamente, um Círculo dos Magos fora do controle da Chantria pode ser estabelecido.
  • Chantria Abandonada (Forlorn Cove) – o local abandonado pode ser palco de derramamento de sangue, dependendo das escolhas do jogador durante Awakening.
  • Chantria de Kirkwall (Kirkwall) – a Chantria em Hightown é destruída em 9:37 Dragão.
  • Grande Catedral (Val Royeaux)
  • Chantria da Universidade de Orlais (Universidade de Orlais) – o pátio da Chantria é decorado com um mosaico de Andraste[42]
  • Chantria de Chateau Serault (Serault) – Chantria foi selada depois que o ex-Marquês de Serault foi revelado como um mago apóstata que então se tornou uma abominação.[43]
  • Abadia dos Banimentos (Serault) – uma Chantria não ortodoxa em Serault[44]
  • Mosteiro de Valence (Orlais) – a antiga Chantria da Madre Reverenda Dorothea, que mais tarde se tornaria Divina Justinia V.
  • Chantria de Ville Montevelan (Orlais) – estabelecida pela Irmã Amity logo após a conclusão da Marcha Exaltada dos Vales. Destruída durante a Guerra dos Leões.

Oratórios[]

Oratórios são localizados em edifícios independentes maiores para a conveniência de seus habitantes. Inclui principalmente castelos, fortes e Círculos dos Magos. Em todos os oratórios um personagem religioso pode receber uma bênção ou participar de uma oração ao Criador. Um personagem não religioso pode discordar dos fiéis ou recusar uma bênção.

  • Fort Drakon (Denerim) – uma benção está apenas disponível se o método de disfarces é utilizado para escapar durante a missão “Captured! em Dragon Age: Origins.
  • Castelo Cousland (Highever) – uma benção e uma oração estão apenas disponíveis para a Origem: Humano Nobre.
  • Castelo de Redcliffe (Redcliffe) – uma benção e está apenas disponível depois que os problemas no castelo são resolvidos.
  • Kinloch Hold (Lago Calenhad) – uma oração está apenas disponível para Origem: Mago.
  • Fortaleza Weisshaupt (Anderfels)[45]
  • Skyhold (Montanhas Congeladas)

Entradas de códice[]

Entrada de códice

Entrada de códice: Andraste: Noiva do Criador

Entrada de códice

Entrada de códice: Hierarquia da Chantria

Entrada de códice

Entrada de códice: A Fundação da Chantria

Veja também[]

Ordem dos Templários

Ordem dos Templários

Heraldica da Capela Imperial

Chantria Imperial

Ordem dos Templários

Ordem dos Templários Imperiais

Heraldica Templários Vermelhos

Templários Vermelhos

Referências[]

  1. Dragon Age: The World of Thedas, vol. 1, p. 125
  2. Dragon Age: The World of Thedas, vol. 1, p. 46
  3. Dragon Age: The World of Thedas, vol. 1, p. 113
  4. Prima Official Game Guide: Dragon Age II (Extras -> DA Encyclopedia -> Races and Religion -> Humans).
  5. De acordo com Irmã Justine durante a missão The Scrolls of Banastor - Dragon Age: Origins
  6. Dragon Age: The World of Thedas, vol. 1, p. 49
  7. Dragon Age: The World of Thedas, vol. 2, p. 22
  8. Orlesian Chantry - Dragon Age Fandom
  9. Mencionado em um diálogo com Dorian Pavus em Refúgio.
  10. Dragon Age: The World of Thedas, vol. 1, p. 88
  11. Pela descrição Imperial Reinforced Gloves em Dragon Age: Origins
  12. Dragon Age: The Masked Empire, Capítulo 1
  13. E3 2014 IGN Inquisition Demo.
  14. http://www.ausgamers.com/features/read/3432915
  15. Entrada de códice: Os Mandamentos do Criador (The Commandments of the Maker)
  16. Dragon Age: The World of Thedas, vol. 1, p. 111
  17. 17,0 17,1 17,2 17,3 Dragon Age: The World of Thedas, vol. 1, p. 115
  18. "Dragon Age The Chantry Coaster". Epic Weapons. Retrieved August 20, 2011.
  19. De acordo com Madre Giselle quando perguntada sobre sacerdotisas da Chantria
  20. De acordo com um diálogo com Leliana em Dragon Age: Inquisition
  21. De acordo com um diálogo com Cassandra Pentaghast em Dragon Age: Inquisition
  22. 22,0 22,1 22,2 Entrada de códice: Hierarquia da Chantria (Chantry hierarchy)
  23. Irmã Theohild afirma que o Irmão Caedmon estava encarregado de um depósito de lírio
  24. Entrada de códice: Alto Chanceler Roderick
  25. Afirmação feita por Leliana em um diálogo, bem como em uma conversa entre ela e Sten, em Dragon Age: Origins
  26. Dragon Age: The World of Thedas, vol. 2, p. 257.
  27. Entrada de códice: Broken Dowsing Rods - No Refunds - Dragon Age II
  28. Dragon Age: The Masked Empire, pg. 189-190.
  29. Dragon Age: Dawn of the Seeker
  30. Mencionado por Cassandra nos encontros necessários para obter Perseverança
  31. Dragon Age: Hard in Hightown, p. 42
  32. Carta: A Letter in a Fancy Envelope - Dragon Age II
  33. Entrada de códice: Grã-Clériga Elthina
  34. Entrada de códice: Lyrium - Dragon Age: Origins
  35. Descrição de item: Pearl of the Anointed
  36. Marcos em Emprise Du Lion #Hector em seu tempo de morrer
  37. Entrada de códice: The Legend of Calenhad: Chapter 3 - Dragon Age: Origins
  38. Descrição de item: Escudo dos Ungidos (Shield of the Anointed) - Dragon Age: Inquisition
  39. Descrição de item: Martelo de Guerra de Mhemet (Mhemet's War Hammer) - Dragon Age: Inquisition
  40. Dragon Age: The World of Thedas, vol. 2, p. 142
  41. Dragon Age: The World of Thedas, vol. 2, p. 141
  42. Dragon Age: The Masked Empire, Chapter 1
  43. Dragon Age: The Last Court
  44. The Elegant Abbess, Dragon Age: The Last Court
  45. Dragon Age: Last Flight, p.75
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